Sala cirúrgica híbrida

surgical-imaging

Sala cirúrgica híbrida está disponível em 3 hospitais em 3 cidades pela rede Voumed.

3 hospitais operam esta tecnologia em 2 países pela rede Voumed; 3 deles possuem acreditação JCI.

Como o Voumed verifica os recursos dos hospitais

A sala cirúrgica híbrida é um espaço cirúrgico que combina uma sala de cirurgia completa com exames de imagem avançados e integrados no mesmo ambiente. Em vez de depender de equipamentos portáteis ou de transferir o paciente para uma sala de exames separada, a equipe dispõe de um sistema de imagem fixo e de alta resolução, como um braço robótico de angiografia, um tomógrafo computadorizado ou uma ressonância magnética, posicionado junto à mesa de cirurgia. Isso permite que os cirurgiões visualizem imagens detalhadas em tempo real durante o procedimento e combinem cirurgias abertas com técnicas minimamente invasivas baseadas em cateter em uma única sessão. Para o paciente, isso pode significar uma operação menos invasiva, confirmação imediata do resultado da cirurgia, menos transferências entre salas e, com frequência, uma opção mais segura quando o caso é complexo ou de alto risco.

Pontos principais

  • A sala cirúrgica híbrida posiciona exames de imagem fixos de alta resolução, normalmente uma unidade de angiografia com arco cirúrgico robótico e, às vezes, uma TC ou RM sobre trilhos, logo ao lado da mesa cirúrgica.
  • O espaço oferece suporte para correção de aneurisma de aorta com endoprótese, implante percutâneo de válvula aórtica, tratamento de aneurismas e malformações vasculares, cirurgias oncológicas e torácicas complexas e atendimento guiado por imagem de pacientes com trauma.
  • O paciente permanece sobre uma mesa que permite a captura de imagens nítidas de diversos ângulos, mapeando vasos sanguíneos, direcionando cateteres com precisão e permitindo conferir e corrigir o resultado sem sair da sala.
  • Dependendo da cirurgia, o paciente recebe anestesia geral ou sedação e, como as etapas abertas e por cateter são realizadas na mesma sessão, procedimentos adicionais e transferências entre setores podem ser evitados.
  • A angiografia e a TC utilizam uma dose pequena de radiação que é mantida no menor nível possível por meio de medidas de proteção, sistemas baseados em RM não utilizam esse tipo de radiação e a equipe cirúrgica decide caso a caso a indicação do ambiente.
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Visão geral

Tipo
sala cirúrgica com tecnologia avançada de imagem integrada e fixa
Indicações
cirurgia cardiovascular, vascular, neurocirúrgica, oncológica complexa, torácica e do trauma
Principal benefício
precisão guiada por imagem e combinação de tratamento aberto e minimamente invasivo em uma única sessão
Anestesia
anestesia geral ou sedação, a depender do procedimento
Onde é utilizada
principais centros cirúrgicos credenciados no exterior

O que é

A sala cirúrgica híbrida é um ambiente cirúrgico totalmente equipado que também acomoda equipamentos fixos de imagem de alta qualidade. O sistema de imagem costuma ser uma unidade de angiografia com arco cirúrgico robótico, mas também pode ser um tomógrafo ou uma RM instalados sobre trilhos no chão ou no teto, permitindo que se aproximem do paciente quando necessário e sejam afastados quando não estiverem em uso. Ao redor do equipamento fica tudo o que compõe uma sala cirúrgica comum, incluindo aparelhos de anestesia, foco cirúrgico, campo estéril e grandes monitores que exibem as imagens. O espaço é projetado para que uma mesma equipe alterne de forma fluida entre o procedimento cirúrgico aberto e técnicas minimamente invasivas orientadas por cateter, sem precisar sair da sala.

Como funciona

O paciente fica posicionado sobre uma mesa cirúrgica especial que permite ao sistema de imagem captar registros nítidos a partir de vários ângulos. Durante o procedimento, a equipe cirúrgica e intervencionista usa os recursos integrados para mapear vasos sanguíneos, guiar cateteres finos e instrumentos cirúrgicos com exatidão até o ponto desejado e acompanhar a evolução do tratamento em tempo real nas telas. Como os exames de alta resolução já estão no próprio ambiente, a equipe pode confirmar o resultado ainda na mesa, verificando, por exemplo, se uma endoprótese está bem posicionada ou se um vaso foi completamente ocluído, realizando ajustes imediatos se necessário. O paciente não precisa ser transportado para um aparelho de exame antes, durante ou depois da cirurgia, o que economiza tempo e reduz riscos.

O que trata e a quem ajuda

A sala cirúrgica híbrida é valiosa sempre que a cirurgia e a imagem detalhada precisam atuar em conjunto. Na cirurgia cardiovascular e vascular, ela apoia o implante de endoprótese aórtica, procedimentos cardíacos estruturais como o implante percutâneo de válvula aórtica e correções complexas que unem etapas abertas e guiadas por cateter. Na neurocirurgia e nas intervenções neurológicas, auxilia no tratamento de aneurismas, malformações vasculares e tumores em que a navegação precisa é essencial. O espaço também dá suporte a cirurgias oncológicas e torácicas complexas e ao atendimento de pacientes com trauma, situações nas quais uma resposta rápida e guiada por imagem pode salvar vidas. Essa estrutura é especialmente útil para pessoas de alto risco em quem uma abordagem menos invasiva e orientada por exames é mais segura do que uma grande cirurgia aberta. A melhor conduta sempre depende do quadro individual e da avaliação da equipe médica responsável.

Benefícios e o que esperar

A principal vantagem de uma sala cirúrgica híbrida é a possibilidade de realizar cuidados complexos com maior precisão e em menos etapas. Reunir técnicas abertas e minimamente invasivas sob um único período de anestesia pode poupar o paciente de uma segunda cirurgia, e a oportunidade de checar o resultado por meio de imagens diretamente na mesa agrega uma margem importante de segurança. Menos deslocamentos entre salas significam menor tempo anestésico e menor probabilidade de complicações associadas ao transporte de um paciente fragilizado. Para muitas pessoas, especialmente as que apresentam maior risco clínico, isso viabiliza um tratamento menos invasivo que de outro modo não seria viável. Como em qualquer procedimento, a recuperação varia de acordo com a intervenção realizada e as características de cada pessoa, e a equipe de assistência fornece um plano individualizado para a cicatrização e o acompanhamento pós-operatório.

Perguntas frequentes

Estas respostas são orientações gerais e podem variar conforme a instituição. Confirme os detalhes com o hospital escolhido.

O que diferencia uma sala cirúrgica híbrida de uma sala de cirurgia comum?

A sala de cirurgia comum é projetada principalmente para cirurgias abertas, e os exames de imagem detalhados costumam ser realizados em setores separados antes ou após a intervenção. Já a sala cirúrgica híbrida conta com equipamentos de imagem avançados e fixos integrados diretamente ao ambiente cirúrgico, o que permite operar e obter imagens de alta resolução simultaneamente, no mesmo local e sem transferir o paciente.

Ficarei acordado durante o procedimento?

Isso depende da cirurgia a ser realizada. Alguns procedimentos exigem anestesia geral, mantendo você totalmente adormecido, enquanto outros utilizam sedação, em que você permanece relaxado e confortável, mas pode reter algum nível de consciência. A equipe de anestesia esclarece qual conduta está programada para o seu caso e responde a todas as suas dúvidas com antecedência.

Há maior exposição à radiação por causa dos exames de imagem?

Exames como a angiografia e a TC utilizam uma dose baixa de radiação, e a equipe mantém a exposição tão reduzida quanto razoavelmente possível, sem comprometer a nitidez necessária para uma cirurgia segura. O benefício de um tratamento preciso, guiado por imagem e com resultado checado na própria mesa cirúrgica é equilibrado com essa exposição, com uso constante de medidas de radioproteção. Sistemas estruturados em torno de RM não utilizam esse tipo de radiação.

Por que a sala cirúrgica híbrida pode ser mais segura para o meu caso?

Como a cirurgia e os exames ocorrem no mesmo ambiente, a equipe consegue guiar os instrumentos com alta precisão, conjugar etapas abertas e minimamente invasivas em uma única intervenção e checar o resultado de imediato. Isso pode se traduzir em uma operação de menor porte e menos invasiva, menos transferências sob anestesia e resposta rápida caso algum ajuste seja necessário, fatores especialmente importantes em quadros complexos ou de alto risco.

Quem decide se o meu procedimento deve ser feito em uma sala cirúrgica híbrida?

Sua equipe cirúrgica e intervencionista toma essa decisão após avaliar seu diagnóstico, exames prévios e estado geral de saúde. A sala híbrida é indicada quando a integração entre o ato cirúrgico e exames detalhados em tempo real, ou a combinação de técnicas abertas com métodos por cateter, oferece a abordagem mais segura e eficaz para o seu caso.

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